JUSTIÇA FEITA

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No dia 12 de dezembro, Brasília amanheceu diferente: um caminho de esperança se abriu para toda a sociedade que tem a possibilidade de um novo sonhar.
Com uma decisão justa e necessária os algozes, cruéis e frios assassinos, de Maria Cláudia de Siqueira Del’Isola, receberam nas primeiras horas daquela quarta-feira a sentença dada pelo brilhante juiz João Egmont. O criminoso Bernardino do Espírito Santo foi condenado a 65 anos de reclusão e sua comparsa Adriana de Jesus, teve mantida a pena 58 anos.  Inicia-se, assim, uma nova esperança para o cidadão de bem a partir da justiça feita por Maria Cláudia.
Um importante passo foi dado, para os enfrentamentos futuros nesta busca de valorização da vida, para afastarmos de uma vez por todas a impunidade e conseqüentemente sua aliada fatal, a violência.No caminho percorrido até aquela madrugada, contamos com o inestimável apoio de familiares, amigos, pessoas conhecidas ou não, profissionais da imprensa, que com o rigor que lhes é exigido de dizer somente a verdade, acompanharam o caso com a isenção precisa; além de membros da sociedade que se aliaram a nós em todos os momentos em que realizamos atividades para pedir apoio aos nossos objetivos; dos jurados que souberam entender a barbaridade cometida, e do Ministério Público, representado pelo também brilhante Promotor, Maurício Miranda e sua assistente de acusação e profissional exemplar.Nosso maior agradecimento é ao Glorioso Pai e à Boa Mãe que estiveram conosco em todos os instantes dando-nos a força necessária para não esmorecer um segundo sequer.
No caminho percorrido até aquela madrugada, contamos com o inestimável apoio de familiares, amigos, pessoas conhecidas ou não, profissionais da imprensa, que com o rigor que lhes é exigido de dizer somente a verdade, acompanharam o caso com a isenção precisa; além de membros da sociedade que se aliaram a nós em todos os momentos em que realizamos atividades para pedir apoio aos nossos objetivos; dos jurados que souberam entender a barbaridade cometida, e do Ministério Público, representado pelo também brilhante Promotor, Maurício Miranda e sua assistente de acusação e profissional  exemplar,  Dra. Magda Montenegro.
Nosso maior agradecimento é ao Glorioso Pai e à Boa Mãe que estiveram conosco em todos os instantes dando-nos a força necessária para não esmorecer um segundo sequer.
“Hoje é um novo dia de um novo tempo que começou…”

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