Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa das Vítima de Violência do RS

***Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa das Vítima de Violência do RS***

Data: 8 de maio
Horário: 11 horas
Local: Salão Júlio de Castilhos na própria Assembleia Legislativa, em Porto Alegre.

Dando sequencia ao trabalho idealizado e iniciado pela deputada federal Keiko Ota agora é a vez do Rio Grande do Sul lançar a Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas de Violência.

A Frente Parlamentar foi lançada em agosto de 2011 no Distrito Federal e contou com a participação de dezenas de familiares de vítimas, ativistas e movimentos que lutam por Paz e Justiça.

O Rio Grande do Sul é o terceiro Estado a lançar a “Frente Estadual em Defesa das Vítimas de violência”. Já foi lançada em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Está previsto ser o Rio de Janeiro o próximo estado a lançar a Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas de Violência.

Elvis é um adolescente. Vive preso a uma cadeira de rodas com uma bala na cabeça. O pouco que tem deve aos amigos. Elvis é vítima da violência. As vítimas são esquecidas pela sociedade.

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul lançará a Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas da Violência, unindo deputados de todos os partidos. O lançamento será no dia 8 de maio, às 11 horas, no salão Júlio de Castilhos na própria Assembleia Legislativa, em Porto Alegre.

Coloque a camiseta de seu ente querido. Compareça. Vamos pressionar os Legislativos de todo Brasil a criar políticas públicas que auxiliem as vítimas da criminalidade. A Ong Brasil Sem Grades agradece.

Nossa luta busca:

• Auxílio financeiro para as vítimas da violência – não raras são as famílias que passam a enfrentar dificuldades financeiras em função da instabilidade emocional provocada pela violência sofrida;

• Revisão do Código Penal, assegurando que as penas fixadas pelos tribunais do júri e juízes singulares sejam realmente cumpridas, garantindo que efetivamente se promova a justiça e se ponha fim à impunidade;

• Aprovar lei que regulamente o artigo 245 da Constituição Federal, definindo e assegurando os direitos das vítimas de violência

• Apresentar medidas concretas que contribuam para a retirada do Brasil do topo do ranking mundial de homicídios

• No âmbito das políticas públicas, estimular a criação de secretarias de atendimento multidisciplinar apoio às vítimas de violência – em nível nacional e estadual –, bem como de frentes parlamentares semelhantes, nas assembléias estaduais.

Exigimos que os direitos humanos das vítimas de violência sejam reconhecidos e colocados em prática e respeitados, como caminho para se resgatar e reconhecer o direito à vida em nosso país.

Os danos causados ao Brasil pelos altos índices da violência, agravados pela morosidade da Justiça e a falta de apoio do Estado e dos governos municipais, estaduais e federal aos familiares de vítimas de violência se estendem de forma inaceitável à dignidade do país, abalando e comprometendo o seu crescimento e a sua vocação de grande Nação.

Por isso, temos a certeza de contar com a sensibilidade e o apoio de toda a sociedade para fortalecer nossa luta.

FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DAS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA

E Organizações Não Governamentais de todo Brasil

http://www.keikoota.com.br/blog/

Desde a construção, Brasília viu encolher em dois terços sua vegetação

Todos os anos, uma área equivalente a 166 Parques da Cidade é devastada, o que afeta o clima, o abastecimento de água e agrava os problemas urbanos, como os alagamentos.

www.correiobraziliense.com.br

Ariadne Sakkis
Adriana Bernardes
Publicação: 15/04/2012 09:00 Atualização:
No Distrito Federal, o mapa muda de cor mais rápido do que os olhos conseguem acompanhar. Entre 1954 e 2010, a vegetação encolheu 67%. Dos 581 mil hectares de cerrado existentes quando a nova capital do Brasil ainda era um sonho, sobraram pouco mais de 189 mil, sendo que apenas 10% estão sob a proteção de áreas permanentes de preservação (APPs). O segundo maior bioma brasileiro acabou aquartelado em pouco menos de um terço do território e, se nada for feito para reverter o ritmo acelerado de desmatamento, em menos de 30 anos as próximas gerações de brasilienses só conhecerão as árvores retorcidas por meio de livros.

O estudo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre a vegetação e a ocupação do solo no DF entre 1954 e 2001 e um mapa do desmatamento do cerrado produzido pela Fundação Sustentabilidade e Desenvolvimento com base em dados de 2010 do Ministério do Meio Ambiente revelam que, em média, 6.997 hectares de cerrado são dizimados todos os anos em Brasília. Significa dizer que a devastação consome 70 milhões de metros quadrados por ano, o equivalente a 166 Parques da Cidade ou 10,2 mil campos de futebol.