Marcha da Impunidade reúne cerca de 800 pessoas na orla de Copacabana

Rio – Cerca de 800 pessoas se reuniram, neste domingo, na orla da praia de Copacabana, para participar da Marcha da Impunidade. Vestidos com blusas pretas, segurando rosas e carregando imagens com rostos de vítimas da violência, os manifestantes saíram do Posto 6 e caminharam até a Av. Princesa Isabel.

Lá, depositaram três mil rosas vermelhas – 10% do número de crimes no Estado desde 2007 – em torno de uma cruz de madeira, fincada próximo ao calçadão.


“Nossa luta é contra a impunidade nos caso de violência. 92% dos casos de crime no Rio não tem explicação. No Rio, tem gente que mata por profissão, por prazer porque sabe que não será condenado”, explica o presidente da ONG Rio de Paz, Antônio Carlos Costa.

Entre os presentes na manifestação, estavam o pai da menina Gabriela, assassinada no metrô em 2003, a mãe da engenheira Patrícia Franco, desaparecida desde 2008 e os pais do menino João Roberto, assassinado por policiais em 2008. Nenhum parente do menino Juan, assassinado em Junho deste ano, esteve presente.

Fonte: O Dia

Movimento Gabriela Sou da Paz

Sandra Domingues

31/07/2011

Uma ultrapassagem proibida. Uma família destruída pela imprudência

Depois de sofrer um acidente que vitimou seus dois filhos na BR-060, em Goiás, casal precisou esperar seis meses pela abertura de inquérito para apurar o caso. Motorista que colidiu frontalmente com o carro da família fazia ultrapassagem proibida

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Publicação: 31/07/2011 08:00 Atualização: 31/07/2011 02:54

João Marcos, 7 anos, e Pedro, 4, viajavam para a casa dos avós maternos: sonhos interrompidos (Reprodução/Rafael Ohana/CB/D.A Press)

João Marcos, 7 anos, e Pedro, 4, viajavam para a casa dos avós maternos: sonhos interrompidos

João Marcos foi um pequeno vitorioso. Guiado pelos cuidados dos pais, aprendeu a ler aos 7 anos com apenas 60% da visão. Um mérito para quem nasceu com catarata no olho esquerdo. Aos 28 dias de vida, foi operado, passou a usar óculos aos seis meses, dilatou as pupilas todos os dias durante o primeiro ano de sua vida — isso arde — e usou um tampão no olho bom para estimular o que não enxergava. Frequentou regularmente o psicólogo, o ortoptista (espécie de fisioterapeuta ocular), o oftalmo, o neurologista. O esforço fez regredir uma doença que ofusca as cores, embaça as pessoas, torce as letras. João Marcos teria alta quando completasse oito anos. Mas morreu antes, em um acidente de carro aos 7 anos, 10 meses e 21 dias.

A mesma tragédia que tirou a vida de João interrompeu a de seu irmão mais novo, Pedro Lucas, que completaria 4 anos em 19 de agosto. Na hora do desastre, os dois comiam pastel, tomavam suco de uva e assistiam a Nem que a vaca tussa, animação que conta a história de uma fazenda chamada Caminho do Paraíso. Acompanhados dos pais, com a perspectiva de chegar à casa dos avós maternos, os pequenos viajavam tranquilos. Uma ultrapassagem arriscada e proibida na BR-060, km 179, zona rural de Abadia de Goiás, espatifou o carro da família Campos Moraes. Tirou a vida das duas crianças, feriu gravemente Marcos Campos Moraes, 42 anos, e Vyviane Marques Arantes Campos Moraes, 35, e dilacerou a alma do casal.

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O Hemocentro do DF Precisa de Doação de Sangue

cid:1301058850769@dclient.mail.yahoo.com

Amigos (as), bom dia!

Todos sabem que sou multiplicadora da Fundação Hemocentro de Brasília.

Acabo de receber a triste notícia que os estoques de sangue estão baixos. Isso pode comprometer o abastecimento dos hospitais do DF e impedir que vidas sejam salvas, assim como a minha foi salva um dia.

Peço a gentileza de mobilizar os seus colegas, amigos e familiares para doarem sangue e, assim, ampliar a possibilidade que vidas sejam salvas.

Caso queira agendar a doação de sangue, basta ligar para o Setor de Captação de Doadores: 3327-4413 / 3327-4436 / 3327-1671, e-mail: campanha.interna.fhb@gmail.com.

Ressalto que o Hemocentro dispõe de vans ou ônibus para o translado dos candidatos à doação.

Espalhe esta mensagem!!!! Ajude a Salvar Vidas!!!

Carinhosamente,

Cilma Azevedo

99797700

O “Bolsa Cadeia” do governo federal é maior do que o mínimo que Dilma quer pagar!

Por Jailton Carvalho, no Globo Online:

O governo federal deverá pagar este ano cerca de R$ 210 milhões para parentes de presos contemplados com o auxílio-reclusão. O benefício é uma ajuda de custo a quase 30 mil dependentes de presos de baixa renda que contribuíam para a Previdência Social, antes de cometer o crime. O valor médio é de R$ 594,28, acima do salário mínimo de R$ 545 aprovado esta semana pelo Congresso. A bolsa é paga há 50 anos pela Previdência Social, mas causa polêmica. Nesta semana, o assunto começará a ser discutido na Câmara dos Deputados. O deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) apresentará projeto que proíbe a concessão do benefício para presos condenados por crimes hediondos como estupro e homicídio.

Para Francischini, delegado licenciado da Polícia Federal, não faz sentido o governo premiar a família de um criminoso com uma ajuda financeira e deixar familiares da vítima sem qualquer proteção. O deputado entende que pessoas que cometeram crimes graves devem sustentar dependentes com trabalho em presídios. “É um absurdo: a família da vítima não tem benefício, enquanto a família do cara que mata tem. Dar auxílio-reclusão para quem comete estupro é inaceitável”, disse Francischini.

A idéia de exigir trabalho de presos é antiga, mas desta vez o deputado acredita que poderá ser levada adiante. Com a criação nos presídios de parcerias público-privadas (PPPs), Francischini entende que pode viabilizar a proposta. A partir de um acordo com os governos estaduais, empresas ofereceriam trabalho aos presos. Com a renda obtida com esforço físico próprio, o detento teria condições de ajudar financeiramente a família. A restrição só teria validade, porém, nos presídios onde os presos possam trabalhar e receber alguma recompensa.

O auxílio-reclusão foi criado há 50 anos pelo extinto Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos e, depois de incluído na Lei Orgânica da Previdência Social, foi ratificado pela Constituição de 1988. O benefício é pago a dependentes de presos de áreas urbanas que, antes da detenção, contribuíam com a Previdência Social e que tinham renda de no máximo R$ 862,11. O benefício é pago também a presos egressos da zona rural, mesmo que não tenham contribuído com a Previdência. Aqui
Por Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-bolsa-cadeia-do-governo-federal-e-maior-do-que-o-minimo-que-dilma-quer-pagar/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+ReinaldoAzevedo+%28Reinaldo+Azevedo%29