Adasa identifica 1.015 poços irregulares na Bacia do Descoberto


Fiscalização ocorre desde 2015 e foi intensificada com a crise hídrica.
Multa para quem usar água ilegalmente varia de R$ 400 a R$ 10 mil.
A crise hídrica por que passa o Distrito Federal reforça a importância de preservar as  águas subterrâneas como reserva estratégica para o abastecimento.
Por isso, a   Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) tem intensificado a fiscalização de poços artesianos ilegais.

De 2015 até outubro deste ano, foram identificados 1.015 unidades irregulares na Bacia do Descoberto.

A região é uma das mais afetadas pela escassez hídrica e a recordista em registros desse tipo de anomalia no meio rural.

MAIS SOBRE O ASSUNTO
Nível da barragem do Descoberto volta a subir com chuvas
Contra crise hídrica, GDF poderá pegar empréstimo de US$ 41 milhões
Adasa autoriza Caesb a ampliar racionamento para 48 horas no DF
Em alguns casos, os poços cavados sem autorização na área do Descoberto serviam para irrigar pequenas hortas. No entanto, para atividades como irrigação e piscicultura, a captação mais frequente é a superficial.

No meio urbano, por sua vez, os poços desconformes agrupam-se no Gama, em Planaltina e em São Sebastião.

A concentração coincide com as principais frentes de parcelamento ilegal do território.

“Isso acontece porque os parcelamentos costumam ficar distantes dos cursos d’água, em locais mais afastados e sem infraestrutura. Para ter acesso à água, os Adasa, parceladores cavam poços sem autorização”, explica o coordenador de Fiscalização da Hudson Rocha de Oliveira.

Com a crise hídrica, a agência reguladora intensificou a fiscalização nesses locais e lavrou, até outubro de 2017, 107 autos de infração por uso irregular da água. As multas variam de R$ 400 a R$ 10 mil.

As permissões para perfurar novos poços artesianos estão suspensas desde 31 de outubro de 2016. A determinação da Adasa é válida enquanto durar a escassez de água e visa à manutenção do abastecimento para uso humano e para matar a sede de animais (dessedentação).

As denúncias de uso irregular da água chegaram por meio da Ouvidoria da Adasa.
Os canais de atendimento são o telefone (61) 3961–4900
e o e-mail ouvidoria@adasa.df.gov.br.
Leia mais notícias em metropoles.com

Raphaella Noviski é enterrada em Alexânia sob aplausos e muita comoção

velado durante mais de 12 horas em igreja evangélica de Alexânia

postado em 07/11/2017 11:52 / atualizado em 07/11/2017 13:47
Ricardo Faria – Especial para o Correio
Sob aplausos, o corpo da estudante Raphaella Noviski foi enterrado às 11h30 desta terça-feira (7/11), no Cemitério Campo da Saudade, em Alexânia (GO). No sepultamento, parentes e amigos soltaram balões para simbolizar a partida da jovem, vítima de feminicídio. Entre cantos evangélicos e homenagens, os presentes demonstraram indignação com o ato de covardia praticado por Misael Pereira Olair, 19 anos, preso em flagrante após assassinar a estudante com 11 tiros no rosto, dentro da sala de aula, no Colégio Estadual 13 de Maio. 

O enterro ocorreu após um cortejo que cruzou cerca de 2,5km pela cidade no Entorno do Distrito Federal. No trajeto, familiares, amigos e moradores de Alexânia pediam justiça.

O velório foi realizado na Igreja Assembleia de Deus Madureira e começou por volta das 20h de segunda-feira (6/11), durando mais de 12 horas. O prefeito do município, Alysson Silva Lima (PPS), participou do funeral nas últimas horas de ontem. Ele decretou luto oficial de dois dias por causa da barbárie.

“É uma mistura de sentimentos”

O pai da vítima e agente penitenciário Leandro Márcio Romano, 40 anos, estava muito abalado durante o enterro e clamou por justiça. Ele mora em Belo Horizonte, mas chegou em Alexânia, na manhã do último domingo para passar férias. O pai iria se encontrar com Raphaella e a irmã no dia do crime, após a aula. “É uma mistura de sentimentos. Raiva e tristeza caminham juntos. Eu espero que ele (assassino) fique bastante tempo preso. Trinta anos, para ele, na cadeia é pouco”, disse.

Na igreja, o clima era de revolta. Amigos e familiares diziam não entender por que o assassino resolveu matá-la simplesmente pelo fato de ter sido rejeitado pela jovem. “Ele (Misael) destruiu um sonho num ato frio e covarde. Espero que ele pague pelo que fez”, lamentou Alex dos Santos, 26 anos, amigo de igreja da jovem.

Segundo relato de uma prima de Raphaella, o rapaz chegou a ameaçar a estudante, por telefone, horas antes do assassinato. “Ele já a ameaçava desde o ano passado. Quando foi hoje cedo (ontem), ela recebeu uma ligação e ouviu: ‘Está preparada?’. Aí, logo em seguida, ele desligou”, afirmou na segunda-feira a jovem, que preferiu não se identificar.

Raphaella morava com a avó e, em outra ocasião, Misael ameaçou entrar na casa da menina com uma faca. “Ela não procurou a delegacia porque pensou que isso fosse acabar. No ano passado, ele foi à casa da minha avó ameaçando entrar dentro com faca. Minha avó é cadeirante, ficou desesperada. E meu tio ameaçou ligar para a polícia se ele continuasse indo para lá”, contou a prima da vítima. 
Site: www.correiobraziliense.com.br

Homem entra armado em escola e mata estudante em Alexânia

Segundo testemunhas, a vítima, uma adolescente de 16 anos, recusou um pedido  de namoro do suspeito  compartilhar:
Hellen Leite ,
Deborah Novais – Especial para o    Correio  As aulas na escola foram suspensas Uma adolescente de 16 anos foi morta a tiros, na manhã desta segunda-feira   (6/11),  dentro de uma escola em Alexânia, cidade no Entorno do Distrito Federal. O suspeito é um jovem de 19 anos, que foi preso logo após o crime.
Segundo um ex-funcionário da escola, que trabalhou no colégio até janeiro   deste ano, o rapaz pulou o muro e entrou na sala da garota já atirando.  Raphaella Noviski, aluna do 9º ano da Escola Estadual 13 de Maio, foi  atingida no rosto e morreu na hora.

 Vítima de atirador de Goiânia não quer voltar para escola

colegas-dizem-que-atirador-de-goiania-ameaçava matar-estudante  antes Colegas dizem que atirador de Goiânia ameaçava matar estudantes  As aulas já tinham começado quando o atirador chegou à escola. De acordo com   a Polícia Militar, ele entrou em três salas antes de encontrar a vítima.  Armado com um revólver calibre .32, ele atirou pelo menos sete vezes.

“Segundo os alunos ele chegou a recarregar a arma, que tem espaço para seis   disparos”, informou o subcomandante Lima, do 34º Batalhão de Polícia Militar  de Goiás. A PM informou ainda que o autor dos disparos disse odiar a garota.  Segundo testemunhas, ele queria namorar com a menina, que não aceitou o  relacionamento. Vítima e atirador eram amigos nas redes sociais.

Os parentes da menina foram chamados ao local. Até às 10h, o corpo ainda   estava dentro da sala. As aulas foram suspensas. O atirador foi encaminhado  Segundo testemunhas, a vítima, uma adolescente de 16 anos, recusou um pedido de namoro do suspeito   compartilhar:  <javascript:void(0)> Facebook  <javascript:void(0)> Google+

http://app2.correiobraziliense.com.br/access/noticia_127983242361/638869/63/
eq.gif

 postado em 06/11/2017 09:56 / atualizado em 06/11/2017 11:28
  <mailto:hellenleite.df@dabr.com.br> Hellen Leite ,
<mailto:deborahnovais.df@dabr.com.br> Deborah Novais – Especial para o  Correio 
As aulas na escola foram suspensas Uma adolescente de 16 anos foi morta a tiros, na manhã desta segunda-feira.
(6/11), dentro de uma escola em Alexânia, cidade no Entorno do Distrito
Federal. O suspeito é um jovem de 19 anos, que foi preso logo após o crime.
Segundo um ex-funcionário da escola, que trabalhou no colégio até janeiro.
deste ano, o rapaz pulou o muro e entrou na sala da garota já atirando.
Raphaella Noviski, aluna do 9º ano da Escola Estadual 13 de Maio, foi
atingida no rosto e morreu na hora.
<http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2017/10/22/internas
_polbraeco,635440/vitima-de-atirador-de-goiania-nao-quer-voltar-para-escola.
shtml
>
Vítima de atirador de Goiânia não quer voltar para escola·<http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2017/10/20/internas
_polbraeco,635153/colegas-dizem-que-atirador-de-goiania-ameacava-matar-estud
antes.shtml
> Colegas dizem que atirador de Goiânia ameaçava matar estudantesAs aulas já tinham começado quando o atirador chegou à escola. De acordo com
a Polícia Militar, ele entrou em três salas antes de encontrar a vítima.
Armado com um revólver calibre .32, ele atirou pelo menos sete vezes.
“Segundo os alunos ele chegou a recarregar a arma, que tem espaço para seis
disparos”, informou o subcomandante Lima, do 34º Batalhão de Polícia Militar
de Goiás. A PM informou ainda que o autor dos disparos disse odiar a garota.
Segundo testemunhas, ele queria namorar com a menina, que não aceitou o
relacionamento.Vítima e atirador eram amigos nas redes sociais.

Os parentes da menina foram chamados ao local. Até às 10h, o corpo ainda
estava dentro da sala. As aulas foram suspensas. O atirador foi encaminhado
para a Delegacia de Alexânia. O Grêmio estudantil da escola usou as redes
sociais para prestar solidariedade à família e cobrar mais segurança na
escola.

 Violência nas escolas

O crime em Alexânia ocorre pouco mais de duas semanas depois de
<http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2017/10/20/internas
_polbraeco,635041/aluno-abre-fogo-mata-dois-colegas-e-fere-4-em-escola-de-go
iania.shtml
> um adolescente entrar atirando e matar colegas em um colégio em
Goiânia, no último dia 20. Em junho deste ano,
<http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2017/11/06/interna
_cidadesdf,638869/homem-entra-atirando-em-escola-e-mata-estudante-em-alexani
a.shtml
> um estudante de 26 anos foi morto com três tiros dentro da sala de
aula, no Centro de Ensino Fundamental (CEF) Zilda Arns, na Quadra 378 do
Itapoã. O crime aconteceu em 13 de junho, e, segundo a Polícia Militar, o
atirador usava um capuz e fugiu em uma Parati prata.

 
 para a Delegacia de Alexânia. O Grêmio estudantil da escola usou as redes
sociais para prestar solidariedade à família e cobrar mais segurança na
escola.

Violência nas escolas

O crime em Alexânia ocorre pouco mais de duas semanas depois de
um adolescente entrar atirando e matar colegas em um colégio em
Goiânia, no último dia 20. Em junho deste ano,

_cidadesdf,638869/homem-entra-atirando-em-escola-e-mata-estudante-em-alexani
a.shtml> um estudante de 26 anos foi morto com três tiros dentro da sala de
aula, no Centro de Ensino Fundamental (CEF) Zilda Arns, na Quadra 378 do
Itapoã. O crime aconteceu em 13 de junho, e, segundo a Polícia Militar, o
atirador usava um capuz e fugiu em uma Parati prata.

Amigos e parentes se despedem de ciclista atropelado na Asa Norte

Um clima de comoção tomou conta do velório do ciclista Raul Aragão, 23 anos, na manhã desta segunda-feira (23/10), na Capela 5 do Cemitério Campo da Esperança, Asa Sul. Familiares e amigos prestaram as últimas homenagens ao rapaz, que morreu no domingo (22) após ser atropelado na L2 Norte, um dia antes.

Muitos fizeram questão de chegar ao velório de bicicleta. Eles vestiram nariz de palhaço para chamar a atenção sobre os desafios enfrentados pelos ciclistas no dia a dia. Principalmente no que diz respeito à falta de faixas exclusivas.

Pai de Raul, Helder Luís Rocha avalia o acidente como uma fatalidade e afirma que as vias de Brasília favorecem os motoristas de carro. “Nós conversávamos muito sobre a divisão de carros e bicicletas, desde que o ensinei, na infância. Eu o empurrei quando estava aprendendo a andar na primeira bicicleta sem rodinhas”, relembra.

Raul era voluntário da Rodas da Paz. Ele foi atropelado por um carro na Asa Norte no sábado (21), quando voltava do Restaurante Universitário da Universidade de Brasília (UnB). O anúncio da morte foi dado na página oficial da ONG no Facebook. O corpo de jovem será cremado em Valparaíso (GO).

O motorista, com certeza, está passando por um momento difícil, precisa de conforto. O que houve foi uma fatalidade, mas o ciclista tem muitos desafios porque precisa dividir espaço com os carros”
Helder Luís Rocha, pai de Raul
Muito emocionada, a mãe de Raul, Renata Aragão, disse que o filho deixou um legado de “coragem, alegria e energia.” E mandou um recado aos motoristas: “Corram menos, pois devagar se chega longe”.

No momento em que o corpo de Raul deixava a capela, cicloativistas usaram as seguintes palavras de ordem: “Mais adrenalina, menos gasolina. Mais tesão, menos combustão. Mais bicicletas, menos carros!”

O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Joe Valle (PDT), compareceu ao velório. Ele afirmou que Raul, assim como outros cicloativistas, participavam de debates na Casa sobre os principais problemas no trânsito da capital da República. “A principal dificuldade é o excesso de velocidade. Trabalhamos para reduzi-la. Inclusive, temos conversado com o Detran”, ressaltou.

Raul liderava o Bicicletada, passeio ciclístico que ocorria na última sexta-feira de cada mês.
Site: Veja mais em metropoles.com